uma passadinha em sergipe

Há exatamente um mês, quem vos digita estas atrasadas linhas esteve em Sergipe. Repleto em atrativos, o menor estado brasileiro em território não decepciona o turista, mesmo que este venha a trabalho, como no meu caso. A viagem agora exibida serve para duas finalidades: retomar as atividades do fiteiro e encerrar, com louvor, os trabalhos da minha câmera digital samsung Digimax 300 3.1 megapixels. Por isso, perdão para as fotos sem foco.
No mercado da capital Aracaju, a abundância de cajus e de porquinhos exibindo os cofrinhos.

Na verdade, Aracaju tem dois grandes mercados ligados entre si através de uma passarela. Nos dois prédios, muito artesanato, iguarias e lembranças para quem ficou em algum lugar.

Este monumento depredado em homenagem aos índios nem o guia soube dizer o que é. Imagem de um povo sem cabeça.

A catedral. Cinza sobre cinza.

Este prédio já abrigou de tudo: internato, liceu, bares e agora oferece artesanato. Meios para não justificar o fim.

Cidade relativamente recente, com menos de dois séculos de fundação, Aracaju tem um casario eclético e conservado.

Dos alto dos 60 metros de seu ponto mais acima do nível do mar, pode-se ver um dos mais recentes orgulhos de Aracaju: a ponte construtor João Alves. Devidamente cruzada diversas vezes em uma semana.

A orla de Aracaju tem uma das maiores faixas de areia que já vi. Esta aqui, defronte ao bar onde almoçamos, até que não é longe para se mergulhar. Pena que a aparência do mar não ajuda, pela falta de arrecifes. Tem areia até na água.

Nossa origem no barro.

De Aracaju até Canindé são cerca de 180 quilômetros, o ponto mais distante do estado. É de lá que se pode fazer um passeio de barco pelo rio São Francisco. São duas horas de travessia pelos cânions naturais.

O passeio é feito em catamarãs com serviço de bordo e uma trilha sonora de gosto duvidoso.

Sem pressa, dando tempo de ver a paisagem.

Nesse nicho fica uma imagem de São Francisco, retirada porque era época da festa do santo. Ele também merece se divertir.

Neste trecho, o barco faz uma parada estratégica para banhos e visita, numa canoa, a uma espécie de gruta natural.

Por R$ 2,00 você entra na canoa rezando para não virar. Mas a imagem compensa.

Pedra, samambaias e água parada. Agora é preciso voltar.

Parece cena de filme de piratas, mas nestas bandas só tinha cangaceiros.

Para os que não sabem nadar e nem confiam em coletes salva-vidas, a chance de se banhar com a água do rio. Transposição é isso aí.

Para quem sabe nadar, uma profundidade de doze metros não é problema.

Outra opção de visita em Canindé é a usina de Xingó. Bom para acalmar crianças elétricas.
Escrito por goethe às 14h19
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